terça-feira, 28 de junho de 2016

Ampliação da Operação Segurança Presente na Zona Sul.

A Prefeitura do Rio estuda a possibilidade de ampliação da Operação Segurança Presente para os bairros de Botafogo e Copacabana. O programa de segurança pública reforça permanentemente o policiamento em algumas regiões da cidade, tendo sido implementado com sucesso nos bairros da Lagoa e do Flamengo, durante a gestão de Bruno Ramos à frente da Subprefeitura da Zona Sul. 


O projeto na Zona Sul é uma parceria do Sistema Fecomércio RJ com o poder público, contando com o apoio do Comando Militar do Leste, das secretarias municipais de Transportes, de Ordem Pública, de Conservação e de Desenvolvimento Social, além da Comlurb. Como parceiro investidor desse programa, o Sistema Fecomércio RJ vai investir R$ 44 milhões até 2017.

Iniciada em 1º de dezembro de 2015, a Operação Segurança Presente ultrapassou a marca de 1 mil presos no início desse ano. A maior parte das ocorrências é em decorrência da posse de drogas para consumo. Foram 670 prisões por posse e uso de entorpecentes, 22 por roubo, 55 por furto, 8 por tráfico de drogas, 28 por contravenção penal, 9 por receptação, 49 por exercício ilegal da profissão, entre outros crimes. Também foram conduzidas presas para a delegacia 23 pessoas que portavam armas brancas e quatro por porte de arma de fogo. Além das prisões em flagrante, foram capturados 67 foragidos da Justiça. Destes, 29 tinham mandado de prisão por roubo, 18 por furto, dois por homicídio, 10 por tráfico de drogas e oito por crimes diversos.


As ações contam atualmente com mais de 400 agentes, entre policiais militares da ativa e da reserva, com porte de armas letais, e agentes civis egressos das Forças Armadas, que portam armamento não letal. Para garantir a transparência das ações, além das abordagens serem filmadas, as equipes de segurança também são monitoradas por GPS. O reforço ocorre de segunda a sábado, das 6h às 22h, e domingos e feriados, das 7h às 19h. Os agentes utilizam coletes de identificação nas cores verde (Aterro) e laranja (Lagoa).

O programa tem o objetivo de coibir roubos e furtos, consumo e comércio de drogas, além de promover o ordenamento urbano nestas áreas. Além disso, a Operação Segurança Presente também realiza ações sociais como o acolhimento de pessoas em situação de vulnerabilidade. Desde que foi iniciada a operação, foram realizados 250 acolhimentos a moradores de rua, em parceria com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social.

Denúncias podem ser informadas pelos telefones: Disque Aterro Presente (98496-01140 e Disque Lagoa Presente (96500-5811). Trata-se de uma iniciativa que deu certo. Precisa de continuidade para além de 2017 e ampliação para outros bairros da região.

quarta-feira, 8 de junho de 2016

Estudante empreende empresa de lixo orgânico na região.

O jovem mineiro de Belo Horizonte e estudante de Engenharia Ambiental da UFRJ, Lucas Chiabi, de 24 anos, transformou, quem diria, seu diferente sonho de criança, em realidade na Zona Sul do Rio de Janeiro. Filho de um engenheiro civil da Vale e de uma psicóloga, Lucas sonhava em ser gari. Antes de chegar ao Rio, ainda criança, viveu em diversas cidades do país, passando por Carajás, no Pará, onde as suas maiores diversões na infância eram fazer pequenas construções de madeira, plantar mudas e encontrar “tesouros no lixo”.


Dessa última brincadeira veio a vocação para a criação da Ciclo Orgânico, empresa de coleta lixo em residências mediante o pagamento de mensalidade. O empreendimento atende atualmente residências em oito bairros: Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea. O público-alvo da empresa são pessoas com consciência ecológica e preocupadas com sustentabilidade. Um segmento, infelizmente ainda reduzido, que se preocupa com o destino do seu lixo e o impacto deste no meio ambiente. Esse público, além da separação de materiais recicláveis, olha também para o outro tipo de lixo que produz: o orgânico. A Ciclo Orgânico atua neste campo específico, recolhendo e dando destino aos resíduos orgânicos, ou seja, o material de origem vegetal ou animal (como cascas de frutas, de legumes e restos de comida) produzidos pelas pessoas.


O processo é simples: após pagar uma matrícula, cada cliente recebe um baldinho, com capacidade de 10 litros, com um saco plástico biodegradável para depositar o resíduo orgânico – como fazemos normalmente com sacola de supermercado. Um dos funcionários pesa e recolhe este resíduo, semanalmente, e o transporta de bicicleta para um ponto onde é feita a compostagem. A compostagem consiste em misturar o resíduo orgânico à terra e ao resíduo mais antigo, alternando descanso e manejo, até que o material naturalmente se transforme em um adubo natural riquíssimo em nutrientes, também chamado de composto. Para manter esse serviço mensalmente, cada cliente paga uma mensalidade .

Atualmente, o processo acontece no Parque do Martelo, no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro. Lucas usa o local e, em contrapartida, metade do adubo fica para a associação de moradores que faz a gestão do espaço. No fim do mês, o cliente da Ciclo Orgânico, além de ter a consciência de que seu lixo vai para um lugar adequado, ainda tem direito a recompensas: ele pode escolher receber uma muda ou o adubo de volta. Se não quiser, pode optar pela doação, e a Ciclo Orgânico destina o material para pequenos produtores e para o reflorestamento do Parque do Martelo. 


A Ciclo Orgânico tem enfrentado diversos desafios, como qualquer nova empresa de pequeno porte. Parte deles, consequências do sucesso: as oito composteiras estão ficando sobrecarregadas. Cada uma suporta 200 kg de resíduos, que são preenchidos em uma semana. É preciso remanejar os compostos, quando diminuem de volume, para que se abra espaço para novas cargas de resíduos. Lucas estuda a ampliação de composteiras no próprio parque e talvez em outros pontos da cidade, como em Botafogo, Tijuca, e Barra da Tijuca, a fim de ampliar a cobertura e ser capaz de atender também restaurantes. Para isso, pretende contratar mais funcionários para dar conta da demanda. A empresa está em busca de financiamento para expandir seus serviços e colaborar ainda mais com a qualidade de vida da população.   

Esse é o tipo de iniciativa que precisamos incentivar! Quem tiver mais interesse, contatos pelo email contato@cicloorganico.com.br. 

terça-feira, 24 de maio de 2016

O que nos evidencia o novo índice de desenvolvimento socioambiental da região?

O novo índice de desenvolvimento socioambiental da cidade, desenvolvido pelo Instituto Pereira Passos (IPP) e divulgado semana passada, surpreendeu muita gente por posicionar a Região Administrativa de Botafogo na liderança do ranking, batendo regiões tidas como mais ricas, como as RA’s da Lagoa (área da cidade de maior Índice de Desenvolvimento Humano) e Copacabana.


A RA de Botafogo, que inclui também os bairros do Catete, Cosme Velho, Flamengo, Glória, Humaitá, Laranjeiras e Urca, obteve o índice de IPS 86,90. Enquanto a RA da Lagoa, que abrande também os bairros de Gávea, Ipanema, Jardim Botânico, Lagoa, Leblon, São Conrado e Vidigal, ficou com IPS de 85,18. Já a RA de Copacabana, que também inclui o Leme e ficou na terceira colocada, obteve índice IPS de 82,49. Ambos estão bem à frente da média da cidade, que ficou em somente 60,70. A RA da Rocinha ficou na 29ª colocação e com índice abaixo da média do Rio, chegando a 44,60.

O índice IPS é abrangente e leva em consideração indicadores como mortalidade infantil, degradação de áreas verdes, mobilidade, entre outros. Porém, por trás desse “surpreendente” resultado, como fatores determinantes da primeira colocação de Botafogo, estão principalmente, indicadores relacionados à mobilidade urbana e favelização. Na RA primeira colocada, o metrô é mais abrangente e o transporte público mais eficaz. Além disso, e fundamentalmente, o processo das ocupações desordenadas afetaram menos a qualidade de vida da população na região. Essa ocupação não planejada pelo estado, em função da dificuldade de acesso à serviços como coleta de lixo e policiamento, acelera a favelização atrelada ao crescimento de fatores de insalubridade e violência, como o baixo acesso à água canalizada e esgoto sanitário, altas taxas de homicídios, incidência de dengue, mortalidade por tuberculose, etc.


Mais uma vez, a sociedade lança luz à permissividade do poder público, quando este não chama para si a responsabilidade de impedir essas ocupações, compactuando com o crescimento das nossas favelas sem a infraestrutura mínima necessária à vida da população.

sexta-feira, 13 de maio de 2016

Casas de Hospitalidades revelam seus segredos para as Olimpíadas.

Conforme já informado aqui em fevereiro, a Rio2016 terá como atração secundária, as Casas de Hospitalidade que se espalharão pelos bairros da cidade durante os Jogos, com maior concentração na região da Zona Sul. Esses locais, em sua maioria, serão centros de apoio e de divulgação cultural dos países, servindo também como opção para quem não conseguir ingresso e desejar assistir às disputas fora das arenas, mas em locais animados e com clima de Jogos Olímpicos. Das 54 casas planejadas na cidade, quinze informaram que manterão as portas fechadas, ficando voltadas somente aos comitês, patrocinadores, jornalistas, atletas e seus parentes e convidados.


 Entre as Casas que se instalarão na Zona Sul, algumas já revelaram um pouco mais do que pretendem aprontar durante os Jogos. O espaço mais aguardado e badalado é o da Suíça, na Lagoa, apelidado de “Baixo Suiça”. Sucesso de público na Copa do Mundo em 2014, o Baixo Suíça ficará localizado no campo de beisebol da Lagoa, num espaço de 4.100 metros quadrados, com direito a um inusitado rinque de patinação no gelo. Para criar esse rinque, o Governo Suiço contratou a Glice, referência mundial em rampas artificiais e produção de gelo sintético. À noite, o espaço se transformará numa pista de dança, com direito a DJ e bar de gelo. As atividades planejadas também incluem uma pista de corrida com um photochart patrocinado pela Omega, assim como uma cabine giratória de teleférico, um trem tipicamente suíço e até um globo de neve gigante, que proporcionará a sensação de tocar e ver neve, como nos Alpes suíços. A culinária do país também estará representada, com um workshop sobre chocolate e outras especialidades que poderão ser degustadas nos food trucks do local. A área ocupada na Lagoa será recuperada e revitalizada após o término dos Jogos. Depois de reformado, o campo de beisebol será entregue à Prefeitura do Rio e aos cariocas. 

Também na Lagoa, mas com conceito completamente diferente, ficará a “Casa da Holanda”, chamada de Holland Heineken House. Instalada no Clube Monte Líbano, de 11h às 1h, a Casa funcionará cobrando ingresso pela entrada. Na parte da manhã, os visitantes poderão praticar diferentes modalidades de esporte, como natação, basquete, futebol e vôlei de praia. A casa também oferecerá aulas de stand up paddle na Praia de Ipanema e organizará grupos de corrida. À noite, as festas também serão comandadas por DJs.


Portugal também decidiu investir num formato diferenciado mas extremamente alinhado à história portuguesa. O país trará o Navio Escola Sagres, fazendo da atração a sua Casa durante a Rio2016. A embarcação foi construída em estaleiros alemães em 1937, sendo cedido ao Brasil em 1948, ao final da Segunda Guerra Mundial. Em 1961, foi comprado pela Marinha portuguesa para treinar seus futuros oficiais. O Escola Sagres deverá partir de Lisboa entre os dias 22 e 24 de junho,  parando em Recife e Salvador antes de chegar ao Rio. A Prefeitura ainda não definiu onde a ficará atracada a embarcação que poderá receber até 10 mil visitantes por dia.

Já a Dinamarca optou por curtir as benécies da nossa Orla, montando a sua Casa na Praia de Ipanema. O local nos levará por uma viagem pelo país, através de uma exposição, pequenos shows e premiação dos atletas medalhistas. Para a cidade, o país deixará não só as bicicletas (que poderão ser usadas depois dos Jogos no mesmo sistema da Bike Rio), mas também material educativo da Lego, que terá um playground no Posto 10 para a criançada brincar. Ele será usado nos Espaços de Desenvolvimento Infantil (EDIs), da prefeitura.


A Casa Áustria, no palacete do Botafogo, na Rua General Severiano, também será aberta ao público e deverá priorizar o relacionamento entre os austríacos e a cidade. Confira abaixo a relação das Casas e locais já confirmados, e quais serão abertas ao público:

Alemanha (Praia do Leblon, posto 11 - ABERTA)
Dinamarca (Praia de Ipanema, posto 10 - ABERTA)
Suíça (Campo de Beisebol da Lagoa, Lagoa - ABERTA)
Holanda (Clube Monte Líbano, Lagoa - ABERTA)
Áustria (General Severiano - Clube Botafogo, Botafogo - ABERTA)
Estados Unidos (Colégio São Paulo, Arpoador - FECHADA)
Grã-Bretanha (Parque Lage, Jardim Botânico - FECHADA)
França (Sociedade Hípica Brasileira, Lagoa - FECHADA)
China (Jockey Club, Gávea – AINDA NÃO REVELADO )
Rússia (Clube dos Marimbás, Copacabana – AINDA NÃO REVELADO)
Catar (antiga Casa do Estudante, Flamengo – AINDA NÃO REVELADO )
Canadá (AABB, Lagoa – AINDA NÃO REVELADO )

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Modo de vida vegano se expande pela região.

Segundo o "The Vegan Society", grupo fundado em 1944 no Reino Unido e que criou o termo "Veganismo", veganismo é “uma filosofia e estilo de vida que busca excluir, na medida do possível e praticável, todas as formas de exploração e crueldade contra animais na alimentação, vestuário e qualquer outra finalidade; e por extensão, que promova o desenvolvimento e uso de alternativas livres de origem animal para benefício de humanos, animais e meio ambiente”. 
Alguns números significativos são apresentados pelos veganos para endossar sua escolha e na questão alimentar, eles são ainda mais impactantes: 70 bilhões de animais terrestres são mortos anualmente para consumo humano, 181 animais são mortos por segundo pela pecuária no Brasil, 70% das doenças modernas são de origem animal, 18% das emissões mundiais de gases do efeito estufa são causados pela pecuária...

Na alimentação, a dieta significa a prática de dispensar todos os produtos derivados em parte ou totalmente de animais. Esse conceito gera um mercado ainda insipiente no segmento gastronômico, que vem se expandindo em algumas regiões, como a Zona Sul do Rio de Janeiro. Por aqui, já conseguimos encontrar diversas opções de restaurantes veganos, que ampliam o leque de opções alimentares desse público extremamente seletivo.
No Leblon, o Universo Orgânico acaba de retirar do seu cardápio, após 20 anos, o mel de abelha, trocando-o pelo agave (mel de cactos que vêm do México). No Jardim Botânico, o recém-inaugurado Quintal Zen, oferece opções que além de veganas são orgânicas, sem glúten ou aditivos químicos. O espaço ainda conta com uma área de meditação no segundo andar para os clientes e eventos voltados ao bem-estar. Em Ipanema, o Spazziano é um braço gastronômico do Spa Maria Bonita, surgido da necessidade dos clientes do Spa, que participavam de programas de desintoxicação alimentar. Em Botafogo, o Vegan Vegan oferece feijoada light servida às quartas e aos sábados, feita com shitake e queijo tofu defumado, acompanhada de farofa crocante de mandioca, couve ao alho e arroz integral cateto orgânico. 

Confira abaixo os endereços desses espaço e descubra a parte alimentar do universo vegano!

- Quintal Zen: Rua Lopes Quintas, 37 – Jardim Botânico – tel 3229-9887
- Spazziano: Rua Prudente de Moraes, 729 – Ipanema – tel 2513-4050
- Universo Orgânico: Rua Conde de Bernadotte, 26 – Leblon – tel 2274-8673
- Vegan Vegan: Rua Voluntários da Pátria, 402, loja B – Botafogo – tel 2286-7078

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Dia das Boas Ações invade de conscientização a Zona Sul.

O “Dia das Boas Ações” é uma data celebrada em diversos países para conscientizar a sociedade sobre a promoção do bem. O projeto foi criado em 2007, em Israel, e se expandiu pelo mundo, atingindo a marca de 930 mil participantes colaborando com mais de 11 mil projetos em 2015. Neste ano, 70 países fazem parte da iniciativa e o Brasil foi escolhido como capital mundial do evento — a primeira na América do Sul. Ontem (10), coordenadas pelo movimento “ATADOS, liderando gente boa”, centenas de boas ações foram realizadas por 70 ONGs em 20 lugares diferentes no Rio de Janeiro. O encontro principal ocorreu no Parque Garota de Ipanema e a Zona Sul foi uma das regiões mais contempladas da cidade.

Na praia de Ipanema, 45 crianças e adolescentes de Jardim Gramacho, em Caxias, foram trazidas pela ONG Amparando Jardim Gramacho para conhecerem o mar. No calçadão de Copacabana, a organização social Viva Rio realizou a caminhada inclusiva “ConvidaAtiva” para pessoas com deficiência. 


Já na praia do Arpoador, o foco dos voluntários foi no recolhimento do que é considerado microlixo — guimbas de cigarro, pequenos pedaços de embalagens plásticas, lacres e tampas de bebidas, etc. O projeto é uma parceria do Instituto-E e as ONGs Atados, Sea Sheperd e SurfRider Foundation, teve apoio da Subprefeitura da Zona Sul e da Comlurb, e contou com a presença do Subprefeito da região, Bruno Ramos. 


Oficinas, apresentações culturais, palestras, feiras, aulas, entre outras ações, fizeram parte do dia. Confira abaixo a listagem completa dos eventos realizados:

ESPAÇO BEM-ESTAR
09h00 Yoga com Mahavir [Espaço Nirvana ]
11h00 Yoga para crianças com Antônio Tigre [Espaço Nirvana]
12h00 Meditação e Respiração [Arte de Viver]
15h00 Corpo e Coluna [Flávia Wanderley]
16h00 Show Awaken Love Rio

ESPAÇO SUSTENTABILIDADE E MEIO AMBIENTE
09h00 Conceitos ecológicos e práticas ambientais associados ao esporte Surf e SUP, noções para consumo responsável e gestão sustentável de resíduos sólidos, com Márcio Mundim
10h00 Reciclagem de Prancha - Rocinha Surf Escola
11h00 Regina Tchelly, do Favela Orgânica, realizará uma palestra do Ciclo da Vida com o Ciclo do Alimento e em seguida fará a Disco Xepa, com alimentos que tem pouco ou nenhum valor comercial por estarem feios, machucados, ou estarem fora do padrão. E toda degustação será distribuída de graça para o público 
12h30 Oficina DIY de materiais recicláveis com Coral Lazandeira [Fatto Design]
15h00 Roda de Palestra de empresas que vivem a sustentabilidade na prática [Clube Orgânico, Mescla, CARPE - Projetos Socioambientais, Ciclo Orgânico, Brownie Do Luiz, Capim SeloVerde, Welight]

ESPAÇO FEMINISMO
10h00 Venha contar sua história para o projeto Feminicidade
10h00 Oficina DiMakakim no Dia das Boas Ações - Como carregar os bebês no pano
12h00 Oficina de arranjos de flores com mensagens de #SintoSororidadecom Agora Juntas e Flor Faz Bem
14h00 Roda de conversa sobre o lugar de mulher com presença de Marielle Franco, Ani Phoebe e Dra. Ana Rosa
15h00 Distribuição de arranjos com mensagens de #SintoSororidade + Mulheres da Vila (batucada!)
16h00 Dinâmica Gêneros e Desigualdades da Casa da Juventude e Juntas!

PALCO PRINCIPAL 
10h00 Harmonicanto
10h30 Favela Brass
11h00 Chegada da caminhada inclusiva Viva Rio + alongamento + aula de jump da Apabb + Pocket show de Marcus Mena 
12h30 Oficina de Forró Carnavaldasculturas Prafac
13h30 Blind Man's Dog
14h30 Grupo Cultural Lata Doida
15h30 Compania Ru'Art + Unicirco Marcos Frota 
17h00 Sinara

ESPAÇO IPA BEBÊ
09h30 Coral Cefil Smile Train Brasil - coral de crianças portadoras de fissura labiopalatal em tratamento fonoaudiológico
10h00 Cortejo do Favela Brass em direção ao Arpoador
09h00 Ação Jardim Gramacho vai à praia!

ESPAÇO SKATE
10h00 Atividades com skate com Coletivo Briza (entre Arpoador e Praia do Diabo)

OFICINAS 
Oficina de Pintura e Grafite em Tijolos [ Projeto Morrinho], Oficinas e atividades educativas e Primeiros Socorros [Cruz Vermelha Brasileira - Rio de Janeiro], Bazar Trocaí, Oficina de Beleza, Figurino, Maquiagem e Fotografia [Spectaculu - Escola Fábrica de Espetáculos], Tapete Colaborativo da Favela Verde, Troca Dons.

AÇÕES
09h00 Ação de Limpeza da Praia do Arpoador [Arpoador Surf Club (ASC), Instituto E e Sea Shepherd Brasil - Guardiões do Mar
09h00 Remada de Limpeza com SUP Arpoador
09h00 Caminhada Inclusiva da Viva Rio (praia de Copacabana, Siqueira Campos)
10h45 Limpeza praia de Copacabana - encontro Habbib's praia
11h00 Jogos de Educação Financeira
11h30 Arrastão Florido www.atados.com.br/vaga/arrastao-florido 
14h00 Oficina de desenhos com Bonecas de Propósito
13h00 Oficina livros de poesia com crianças, Apadrinhe um sorriso
13h30 Dentistas da Alegria: www.atados.com.br/vaga/sorriso-mais-branco
16h30 Oficinas de Circo Unicirco Marcos Frota

quinta-feira, 24 de março de 2016

Só a Praia Vermelha é 365 dias.

Durante 2015, somente 3 praias da cidade ficaram próprias para banho nos 365 dias do ano, segundo revelou essa semana o INEA (Instituto Nacional do Ambiente). As abençoadas pela exceção que deveria ser regra são: Prainha, Recreio e Praia Vermelha. Do lado oposto, 4 praias da Zona Sul permaneceram praticamente todo o ano imprópria. As penalizadas pela regra que deveriam ser exceção são: Flamengo, Botafogo, Urca, e São Conrado. Ainda segundo o órgão, a praia do Leblon oscila entre dias de água limpa, e outros de muita poluição.


O governo do estado informou em nota que continua investindo na despoluição da Baía de Guanabara, e que projetos executados conseguiram elevar o percentual de esgoto tratado. Porém, a promessa de limpar a baía até as olimpíadas não vai ser cumprida. Lamentável...